A Associação Parkinson do RS - APARS, fundada em 2002, tem o propósito de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas afetadas pela doença de Parkinson e de seus familiares. É uma entidade sem fins lucrativos, políticos ou religiosos, de caráter beneficente e educativo. Sobrevive unicamente graças à sua contribuição, pois não possui nenhuma outra fonte de receita. Entre as ações que estamos realizando estão: apoio, orientação e informações aos portadores da doença de Parkinson, seus familiares e cuidadores; palestras a cargo de profissionais da saúde, tais como neurologistas, neurocirurgiões, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, entre outros, e promover ações junto a entidades públicas visando garantir o acesso regular aos medicamentos.
Nossas atividades se desenvolvem na AMRIGS e IPA, os quais nos apoiam e ainda contamos com o suporte do SIMERS e Naturovos.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia de alerta sobre o Parkinson

PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 11 DE ABRIL DE 2012 - A Associação Parkinson do RS (Apars) promove até sábado a Semana do Parkinson. Hoje é lembrado o Dia Internacional do Parkinson. A entidade promove uma série de atividades, como palestras e teatro, em parceria com hospitais da Capital, visando informar e orientar a comunidade sobre a doença. Estima-se que o Estado tenha 20 mil pessoas com o problema.

O neurologista Miguel Muratore explicou que a doença tem quatro sintomas principais: a rigidez, tremores, lentidão nos movimentos e perda de reflexos. "Um dos maiores desafios é o correto diagnóstico clínico, que está baseado em um conjunto de sintomas e na sua evolução ao longo dos anos. Não se sabe as causas. Presume-se um componente genético em 10% dos casos e fatores ambientais não estão provados." Segundo o especialista, é bastante comum as pessoas com a doença não terem o sintoma mais conhecido, os tremores. "O portador pode perder até 40% da capacidade de memória, pode ter prejuízos na linguagem e orientação espacial, entre outros. Pode sofrer ainda com falta de sono e quedas repentinas de pressão", citou.

O tratamento pode ser realizado por meio de medicamentos ou cirurgias em casos em que o paciente apresenta efeitos colaterais aos remédios. Fonte: Correio do Povo.

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