A Associação Parkinson do RS - APARS - tem o propósito de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas afetadas pela doença de Parkinson e de seus familiares. É uma entidade sem fins lucrativos, políticos ou religiosos, de caráter beneficente e educativo. Sobrevive unicamente graças à sua contribuição, pois não possui nenhuma outra fonte de receita. Entre as ações que estamos realizando estão: apoio, orientação e informações aos portadores da doença de Parkinson, seus familiares e cuidadores; palestras a cargo de profissionais da saúde, tais como neurologistas, neurocirurgiões, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, entre outros, e promover ações junto a entidades públicas visando garantir o acesso regular aos medicamentos.
Nossas atividades se desenvolvem na AMRIGS, IPA, Cruz Vermelha Brasileira, os quais nos apoiam e ainda com o suporte do SIMERS e Naturovos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Público presente à palestra sobre incontinência urinária promovida pela APARS em 18/08/2016


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Flagrantes da festa de dia dos pais







sábado, 30 de julho de 2016

Dia dos Pais!

No próximo dia 11 de agosto (quinta – feira) comemoraremos o DIA DOS PAIS.
Contamos com a presença de todos a partir das 14:30 h no Anexo da AMRIGS. Para comemorarmos juntos esta data. Trazer pratos (salgado ou doce).

APARS Promove palestra

A incontinência urinária e doença de parkinson
18 de agosto (quinta – feira) 14:30 h / AMRIGS
palestrante: Dr Ernesto de Paula Guedes Neto

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Programação de atividades para Agosto/2016


ATIVIDADE
DIAS
HORÁRIO
LOCAL
OBSERVAÇÃO
Sessão de Ginástica
02-04
9-11
16-18
23-25
30
14h – 15h
AMRIGS – Av. Ipiranga, nº 5311 – Anexo.
Terças e Quintas

Atendimento Jurídico
(contatar previamente para agendar com o adv Guilherme Machado 3212-2197)
8
15h AMRIGS – Av. Ipiranga, nº 5311 – Anexo. Segunda feira
Terapia Aquática
10-12
17-19
24-26
31


14h -15h
IPA – Rua Joaquim Pedro Salgado, nº 80.
Quartas e Sextas
Grupo de Apoio com Psicólogo


Este mês não haverá


No próximo dia 11 de agosto (quinta – feira) comemoraremos o DIA DOS PAIS.
Contamos com a presença de todos a partir das 14:30 h no Anexo da AMRIGS. Para comemorarmos juntos esta data. Trazer pratos (salgado ou doce).

No próximo dia 18 de agosto (quinta – feira) será proferida palestra: “Incontinência Urinária e Doença de Parkinson” as 14:30 h, na AMRIGS, pelo médico Ernesto de Paula Guedes Neto.

Mantenha-se informado sobre nossa programação no
www blogdaapars.blogspot.com.br ou no facebook


LEMBRETE: Você não consegue escolher como você vai morrer, ou quando. Você consegue apenas decidir como você vai viver. Agora.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

A atualização da mala direta

por Hugo Gutterres, secretário da APARS

Devo confessar que me dói na alma deletar nomes de pessoas que não estão mais vivas ou que seus estados mentais/físicos não compatibilizam com as atividades desenvolvidas pela APARS. Muitos faleceram e muitos outros estão em casa de idosos, quando não em manicômios para tratamento de saúde mental.

Quase todos os meses passo por estas situações de constrangimento íntimo. Penso nas pessoas cujas vidas foram sugadas por esta doença. Sabe o fulano? Faleceu! Mais um nome a deletar. Como se a tecla del apagasse a lembrança, os sonhos e aspirações daqueles cujos nomes devem ser retirados da mala direta.

Nisto tudo vejo mais uma razão para comemorar mais um dia de vida embora sofrida devido a Mr Parkinson e, principalmente manter vivas as esperanças, embora remotas, e ter fé em Deus, para que o avanço da ciência tenha suficiente celeridade e ainda me encontre lúcido e consciente a ponto de poder usufruir de melhores dias. Estamos numa corrida contra o tempo, eu, nós e o Usain Bolt…

Não podemos nos entregar...

terça-feira, 26 de julho de 2016

O Parkinson e o apagar das luzes

por Silvia do Canto, Jornalista

26/07/2016 - Embora diagnosticado há cerca de 200 anos, o enfadonho "Mal de Parkinson", substituído por esta que vos fala, por "PKS", ainda é uma patologia que segrega muitos de seus portadores e está bastante distante do conhecimento das pessoas. O desconhecimento é uma arma letal quando acionado pelo preconceito de enxergarmos o que a sociedade não classifica como "bonito" ou "normal".

Hoje, aos 54 anos, há sete tratando a doença, enfrento situações cômicas, se não fossem trágicas, por conta da rigidez muscular a que sou submetida quando se manifesta, com assustadora severidade, o sintoma da doença. Os que me conhecem sabem que tenho uma média de estatura não muito comum à mulher brasileira (1.80) e por conta disso, costumo brincar que deveria existir uma lei divina que impedisse pessoas de maior estatura serem acometidas de qualquer paralisação muscular. A rigidez, que se inicia na ponta dos dedos dos pés — é literalmente assim que começa — até chegar à mente consome um tempo bem maior, caso minha altura ficasse na casa dos 1.65, por exemplo.

Outra constatação é o fator emocional que incide, diretamente, na evolução e manifestação dos sintomas. A pouca literatura existente afirma que os diagnosticados com "PKS" não podem ser submetidos às situações de extremo estresse.

Qual não foi meu pânico, seguido de uma dificuldade visivelmente acentuada para respirar, quando em total momento de crise, fui "convidada", pelo vigia de um prédio público, no centro de Porto Alegre, a me retirar, pois passava das 17 horas, e as portas deveriam ser trancadas e as luzes apagadas. Com bastante dificuldade, eu e uma amiga que me acompanhava, tentávamos sensibilizá-lo justificando que ainda estávamos ali, porque esperávamos o efeito da medicação, que acabara de usar, para poder sair andando.

Eis que surge o funcionário da estatal, gerente ou coisa parecida, para questionar que hora o remédio faria efeito. Essa precisão, nem eu nem ele e nem a comunidade científica tínhamos. Pois o rapaz insistiu em abandonarmos o local e assim o fizemos, eu completamente rígida, com dores por todo o corpo, ultra nervosa, sentindo-me expulsa de um local por ser uma pessoa "doente". Fonte: Zero Hora.

domingo, 24 de julho de 2016

Entenda o Parkinson, doença que pode causar diversos sintomas além dos conhecidos tremores

Norimar foi diagnosticada há 18 anos e preside associação que ajuda pessoas com a doençaFoto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS
24/07/2016 - Doença degenerativa que costuma se instalar de forma lenta — sobretudo em idosos —, o Parkinson conta com um leque de sintomas que vai além dos tremores nas mãos.

A enfermidade tem incidência em aproximadamente 3% dos brasileiros com mais de 65 anos e apresenta consequências motoras e não motoras. O primeiro tipo, explica o médico Carlos Rieder, está ligado às áreas cerebrais envolvidas principalmente com a dopamina, neurotransmissor que ajuda na realização de movimentos.

— A diminuição da dopamina leva ao aparecimento dos sintomas. Os clássicos são lentidão dos movimentos, rigidez dos músculos e tremor. Mas as pessoas não vão apresentar, necessariamente, tremor ou rigidez. Boa parte não tem e nunca terá — afirma Rieder, que integra o Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do Hospital Moinhos de Vento e é professor da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

O médico detalha que a doença normalmente afeta primeiro um lado do corpo e, depois, passa a ser bilateral. O tremor do Parkinson se difere de outros tipos — o principal deles é o chamado tremor essencial.

— Ao contrário do Parkinson, o tremor essencial tem relação com a história familiar, tende a melhorar com a ingestão de bebida alcoólica, ocorre de maneira quase igual nas duas mãos e se dá quando a pessoa vai fazer alguma ação — compara a neurologista Sheila Trentin, do Serviço de Neurologia do Hospital São Lucas da PUCRS e coordenadora dos ambulatórios de distúrbio do movimento da instituição.

O paciente com Parkinson, salienta Sheila, está propenso a outras complicações, como o distúrbio comportamental do sono REM (em que a pessoa pode gritar e espernear enquanto dorme), insônia, depressão, ansiedade, constipação, além de alterações de olfato e memória.

— A doença se manifesta de maneiras diferentes. Então, é importante a pessoa não se comparar a outras. É como se houvesse vários tipos de Parkinson. Em alguns, por exemplo, o tremor é o principal sintoma, enquanto em outros é a perda de equilíbrio — explica a médica.

Os primeiros sintomas costumam aparecer após os 65 anos. Entretanto, há uma parcela de aproximadamente 10% dos casos diagnosticada antes dos 45 anos. Essas pessoas terão a doença por mais tempo, mas possivelmente com um avanço mais lento.

Causas ainda são desconhecidas
O que faz proteínas anômalas se acumularem no cérebro, dando origem ao Parkinson, ainda não foi esclarecido pela ciência. Sabe-se, no entanto, que apenas uma pequena parcela tem relação com questões genéticas.

 — As causas são desconhecidas na maioria dos casos. Podem ser aspectos ambientais, como a exposição a agrotóxicos e metais pesados.

A prevalência da doença vem aumentando com a industrialização, mas o principal fator do crescimento é que as pessoas estão vivendo mais — afirma o neurologista Carlos Rieder.

Como não há cura, trabalha-se o controle dos sintomas: existem medicamentos que repõem a dopamina e amenizam as consequências motoras. Pesquisadores procuram desenvolver drogas que impeçam o acúmulo das proteínas, atingindo a origem da doença.

— O tratamento não é feito exclusivamente com remédios. Uma parte muito importante é a atividade física regular, que melhora o equilíbrio. Outra é a atividade mental, em que o paciente deve se dedicar a aprender coisas novas, já que há o risco um pouco aumentado de alterações de memória — frisa a neurologista Sheila Trentin.

A especialista ainda acrescenta que, no cenário ideal, o tratamento deve ser feito de forma multidisciplinar, com profissionais de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e nutrição, além da medicina:

— Quanto mais multidisciplinar for a equipe, melhor o paciente será tratado.

Atividades em grupo e apoio da família
Dos 68 anos de vida de Norimar Castanheiro, 18 são de convívio com o Parkinson. A investigação sobre a origem das fortes dores que sentia nas costas a levou ao diagnóstico, do qual ela duvidou quando ouviu do médico. Precisou ir a outros quatro profissionais para ser convencida.

— De lá para cá, comecei a ficar travada. Não tremo, mas tudo é mais devagar, sinto a postura entortando. Às vezes, não consigo fazer os movimentos que quero e, ao mesmo tempo, tenho movimentos involuntários — relata.

Norimar viu hábitos simples se tornarem difíceis. Ainda que more sozinha, não se arrisca mais a realizar atividades como caminhar no centro de Porto Alegre desacompanhada. Mesmo para deslocamentos curtos, utiliza a bengala.

— A gente cai muito — justifica.

A melhora da qualidade de vida ela encontrou na Associação Parkinson do Rio Grande do Sul (Apars), entidade da qual é presidente. O grupo se reúne para dividir questões relativas à doença e praticar atividades físicas.

Voluntária da Apars, a psicóloga especialista em neuropsicologia Neusa Chardosim avalia que ações como as desenvolvidas pela associação são importantes para enfrentar o preconceito, já que muitas vezes o paciente é visto como incapaz de fazer atividades corriqueiras.

— O primeiro impacto após a descoberta da doença é o pânico. Depois, vem uma sensação de raiva, de negação. Então, a gente trabalha esse processo do diagnóstico até chegar à fase em que a pessoa começa a aceitar. É um trabalho de formiguinha — conta.

Angela Garcia, também diagnosticada com Parkinson há 18 anos, ressalta que o apoio da família é fundamental.

— Ou a família te apoia, ou te derruba — afirma Angela, que foi presidente da Apars entre 2003 e 2014. Fonte: Zero Hora.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Programação de atividades de julho/2016


ATIVIDADE
DIAS
HORÁRIO
LOCAL
OBSERVAÇÃO
Sessão de Ginástica
05-07
12-14
19-21
26-28
14h – 15h
AMRIGS – Av. Ipiranga, nº 5311 – Anexo.
Terças e Quintas


Atendimento Jurídico
(contatar previamente para agendar com o adv Guilherme Machado 3212-2197)
11
15h AMRIGS – Av. Ipiranga, nº 5311 – Anexo. Segunda feira
Terapia Aquática
06-08
20-22
27-29
14h -15h
IPA – Rua Joaquim Pedro Salgado, nº 80.
Quartas e Sextas
Grupo de Apoio com Psicólogo
(contatar previamente para confirmar com a psic. Neusa 9989-8844)
05-12
19-26
15h - 16h
AMRIGS – Av. Ipiranga, nº 5311 – Anexo.
Terças feiras

Participe das atividades da APARS.

Veja nossas programações no blogdaapars.blogspot.com.br.

Peço  desculpas pelo atraso da publicação por motivos de força maior, inerentes ao Parkinson, que nos acomete.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

São João


No próximo dia 23 de junho (quinta – feira) comemoraremos o dia de São João .São João é conhecido como o "Santo festeiro, e nesse dia são realizadas muitas festas, conhecidas popularmente como Festas Juninas, comemorações marcadas por danças e pratos típicos.
Contamos com a presença de todos a partir das 14 h no Anexo da AMRIGS. Para comemorarmos juntos esta festa. Trazer pratos (salgado ou doce).